Certa ocasião, o rei em suas andanças pelo reinado, escolheu um de seus súditos para ser o seu principal assessor. A partir daquele momento, gritavam pelos quatro quantos, que o reinado passou a ser comandado por dois reis.
A idéia da existência de dois reis cresceu tanto, chegando ao ponto de todas as decisões importantes no reinado terem que passar obrigatoriamente pela avaliação do assessor. O assessor nada bobo começou a vislumbrar a idéia de sentar no trono.
Quando o assessor percebeu que tinha poderes, planejou de forma muito inteligente usar a estrutura do reinado, para de forma silenciosa apunhalar o rei pelas costas. O assessor começa então traçar planos para sentar no trono.
Duas medidas foram essências para a tomada do trono; a primeira foi abocanhar o setor que trabalhava diretamente na assistência ao povo mais carente e a outra foi impedir a materialização de projetos que proporcionavam o desenvolvimento do reinado.
O assessor do rei conseguiu de forma brilhante se desvincular de todas as coisas ruins que ocorriam no reinado e as poucas coisas boas eram atribuídas a ele e não ao rei. O final da estória não poderia ser diferente; o trono mudou de dono.
Parece que nessa estoria o assessor era sim o vice rei.
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